segunda-feira, 28 de julho de 2008

Coisas que odiamos ter: pouco dinheiro.


PUCHA QUE LAS PANCHAS ( adicione aqui a voz do Charles, meu querido ex-professor de história, que me fez achar que Revolução Francesa foi algo dígno) !

Caceta da Bahia. Ter pouco dinheiro, ou melhor, não tê-lo, dói viu... apesar de todo capitalismo/consumismo/burguesisse implícito no conteúdo deste post que está por vir, desculpem-me, mas tenho que escrevê-lo.


-Piiiipopopóropô!

Hoje de manhã, durante uma conversinha com um fotógrafo, tive a infeliz notícia de que terei que economizar uma gorda/bela/infinita grana pra UM DIA, quem sabe, conseguir comprar a minha tão sonhada câmera fotográfica de profissionais do mal. Mentalmente fui fazendo as contas de quantos séculos ainda terei que trabalhar, somei tudo ao tanto de baladas que não comparecerei e, também, ao tanto de roupa/comida/afins que não comprarei. No final cheguei a conclusão de que o meu marido, que será ricão e lindo, me dará a tão sonhada camerazinha.

Triste. Eu fiquei triste.

Mas saindo dessa parte firulenta do assunto e tentando falar sério agora. É incrível como esse tal desee dinheiro dá um ziringuidú na gente. Quando não tem, quer ter, quando tem, quer mais. Antes eu me contentava com aquilo que os meu pais me davam esporadicamente, hoje, RUM, já acho que o meu salário não supre as minhas necessidades. COMO NÃO?! Se tem gente que consegue fazer o mundo com 150 contos! Isso é que dá mais raiva ainda: a infeliz sensação de que você é só mais um(a) capitalistazinho(a) de buesta. Ah droga...

Ciclo maldito.

Aí você vai ao shopping e vê aquelas sandálias lindas que custam a metade do seu salário; aí você vai comprar um lanche e resolve comer em casa porque o preço da comida tá o olho da cara; aí você vai comprar água e fica puto porque depois que inventaram as notas de 2 reais QUASE NADA mais vale um real; aí você entra no seu carro e brota um flanelinha com aquela cara mal-lavada de que “passou a tarde toda protegendo o seu carro”; ai você chega em casa e abre a carteira e sai uma borboleta voando de dentro dela. BINGO!


- Adooooooro...

Legal mesmo é quando você escolhe uma profissão que não lhe dará rios de dinheiro, aí que dá alegria de viver!

Mas tudo bem, maridos ricos estão no mundo pra isso né minha gente?! Que comece a corrida.


- Beijomeliga!

3 comentários:

carol pedrosa disse...

você tirou as palavras da minha boca.
mas pra isso, ao invés de irmos fazer aslokas em lugares frequentados por hippies e alternativos, bem que podíamos começar a frequentar country clubs e afins nénão?!

:*

Ronalda, a Caminhoneira disse...

NAAAAAAAAAAAAAAO! Country = morte!

naranjo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.