sábado, 5 de junho de 2010

Lex facts


Quando me disseram que viria pra Lexington pensei "Uhuuul, Istads Unids, primeiro munds, futuro here I come". Minha preguiça me impediu de pesquisar na internet onde era essa cidade, então resolvi tentar a sorte.

Lexington é uma cidadezinha histórica localizada em algum lugar da Virginia. Possui em torno de 7000 habitantes. E só.

# 1 fact

Acordou puto sem vontade de dizer "oi" pro sol? Com vontade de chutar criancinhas e cachorros? Em Lexington isso no ecsiste. Aqui existe uma regrinha de que "se você cruzar com alguém na rua, diga oi e sorria. Não importa se você não conhece, DIGA OI E SORRIA".

Eu tenho minha técnica para fugir dessa regra: óculos escuros!! "Alô-ou tô de óculos, não te vi, não vou te dizer oi!"

# 2 fact

Como a Washington and Lee (universidade onde eu vim estudar) é muito importante para a cidade, muita coisa que acontece na cidade gira em torno dos eventos da faculdade, vice-versa. Isso eu acho bacana. Semana passada (ou restrasada, não sei) houve um festival de sei-lá-o que com vários eventinhos pra crianças, comida de graça, música.

Ah, só um parêntese: a Washington and Lee vive dando coisas de graça. Sorvete, cookies, pizza. Agora imagine você, recém-chegada do Brasil, com o peso normal, tendo que lidar com um mundo de comida que engorda e de graça. Arram, fiquei gorda você fica gorda e dois meses antes de voltar pro Brasil você PIRA porque se transformou em uma bola. TCHARÃN.

# 3 fact

Vida noturna em Lexington é um tanto quanto... hum... digamos que me fez pensar que a vida noturna em Manaus é ótima! REFLITAM.
A cidade tem 2 bares, DO-OIS BA-A-RES!

Acho que pior do que a cidade só ter doish baresh é a porcaria de ser underage. Você vem do país da loucura, o país da bunda, do Pelé, da Sonia Abrão e chega aqui e se depara com a realidade de que se você não sair de casa às 8, você não pode entrar nos DOISH BARESH da cidade. Nem preciso listar os momentos em que xinguei esse país mentalmente por isso....

Melhor é a cara do povo quando pergunta "mas quando é seu aniversário?"/ "em dezembro"/ "owwwwn, ponxa que pena de você". Na-ã, estarei no Brasil batendo cabelo, me erra!

O que salvou minha vida noturna foram as frat parties. Aquelas festas de fraternidades que você encontra facilmente em filmes americanos. Eu digo "salvar", mas nem é essa a palavra certa. As festas sempre começavam às 8 (no máximo às 9), o que era impossível de compreender. Nossas veias brasileiras nos faziam sair de casa às 10. Chegávamos lá e todos já estavam bêbados/sujos/nojentos.

- Freeeeeshman, freeeeeeeeeshman

- Do some crazy, do some crazy.

Até encontrarmos um lugar seguro pra ficar com nossos amigos já era 11:30. Até começarmos a dançar e curtir a festa era meia noite. E olha que legal: esse é o horário em que as festas terminam. AEAEAEAEAEAEA, saudade das festas do Brasil, define.

# 4 fact

Por ser uma cidade histórica, Lexington tem que ter uma boa estrutura para os turístas, certo? E por "boa estrutura para os turístas" o prefeito (??) ou a pessoa que cuida disso define com o seguinte pensamento:

"Quer saber, QUER SABER MESMO? Vamos fazer algo inovador, algo muito doido, algo bompacaralho WOW: passeio de charrete."

- Merda de cavalo, adogo.

Confesso que fiquei um dia esperando pra tirar uma foto disso, mas fiquei com vergonha de chegar na frente deles e fotografar, por isso a foto ta meio papparazzi.

# 5 fact

Arrááá, essa nem eu acreditei. Sabe o filme Guerra dos Mundos, mas a versão com o Tom Cruise? Então, foi gravado aqui! Tá eu nem sei se é 100% verdade, mas foi o que me disseram e em um dos DOISH BARESH da cidade tem o autógrafo do Tom Cruise. Então deve ser né. Ou não.

Fui procurar umas fotos na internet pra fazer um "tá vendo esse lugar ai no fundo, eu sei onde é!!" Mas nem achei algo assim, então acho que essa informação tá meio fail.

# 6 fact

Sorvete mais gostoso de todos os tempos fica aqui. Sweet Things, esse é O lugar de criar bucho. Quando eu tinha dinheiro (good times) ia lá e pedia 2 bolas de um sorvete qualquer no cascão. O legal dessa sorveteria é que tudo é caseiro. Huuummm...


- AEAEAEAEA


- Toma cassolinho!

# 7 fact

Ninguém mata. Ninguém morre. Ninguém adoece. Nada acontece.

Esse deveria ser o "slogan" (nem deve ser essa a palavra certa, mas...) da cidade.

"Venha pra Lexington. Ninguém mata. Ninguém morre. Ninguém adoece. Nada acontece."

Um lugar onde você dorme de porta destrancada, onde você pode andar pela rua às 3 da manhã sem sentir medo, onde todos aparentam ser felizes, onde as pessoas morrem de velhice, os homens não fazem "PSIIIIIU" quando você passa, onde param o carro para você atravessar a rua. Isso é Lexington.

Um amigo presenciou a primeira batida de carro da cidade: um garoto tava estacionando o carro e bateu no poste. CAOS, POLICIAIS, CHORO.

Eu confesso que gosto desse fato, mas às vezes você sente um pouco falta da loucura de uma cidade grande. Mas só as vezes...

O cinema é minúsculo...


... E é impossível fazer compras aqui!!

- Lingerie SUPER SECSI

- Coisa mar linda!

- Daí que você resolve comprar umas coisas para sua casa...

-... e se depara com um bichinho de pelúcia na vitrine!!! Niiiice.

Ser entregador de pizza aqui é fino. Sente o carrinho deles...

- Motoboy é coisa do passado.

# 8 fact

Você só consegue se divertir se tiver carro (ou muita disposição pra encarar a highway de bicicleta). A cidade é rodeada de cidades e montanhas, então diversão existe, mas não pra todo mundo. Hunf.

#9 fact

Fotos de Leeeex. Clica que amplia.







# 10 fact

Eu gosto dessa cidade. Ela é pequena, bonita, organizada, dá sensação de segurança, as pessoas são educadas. Mas não sei, o que eu sinto aqui é o mesmo que sinto quando vou passar uns dias em Parintins. Se passar de 3 dias já fico agoniada... Agora imagine meses.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Damazonha

Quando a Lorie mandou o email pedindo pra que a gente ajudasse ela, já me veio aquela coisa na barriga.

"There is an opportunity for you to talk to 1st graders at the elementary school tomorrow. Would you be interested in talking about the rainforest?"

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!

Falar com crianças, my biggest fear depois de borboletas. Crianças naturalmente me olham torto, não me dão bola... Agora me diz como faz pra lidar com a idéia de CINQUENTA pentelhos menininhos e menininhas olhando pra mim com cara de "get out of heeeeere"?

Cagaço.

Só para situar: a Lorie foi quem conseguiu com que a gente trabalhasse aqui no verão, OU SEJA, nunca que diríamos "Loriêêê, francamente, temos mais o que fazer, RUM!"

Pois bem, às 11 fomos ao escritorio dela e nos deparamos com uma porrada de coisa. Era peixe empalhado (tá certo falar assim?), colar de semente, mapa do Amazonas, mapa do Rio Solimões, foto de índio, livro de "a, b, c" com bichos da Amazonia. O que era pra ser "uma conversinha, coisa rápida", tinha se transformado numa aula de geografia do Amazonas. Cagaço.

- Toda trabalhado no regionalismo.

Nunca tinha ido a uma elementary school, só tinha uma vaga idéia daquilo que eles passam em filmes: campo de esportes, ônibus amarelos, escola grande, blá blá blá. E... é, filmes fazem um bom trabalho, porque é IDÊNTICO.

Enfim, entramos na sala pra montar a parafernalha. Eu me colei na primeira cadeira que vi,

"Ai meldels, ai meldels. Vou falar tudo errado, e elas vão rir, e crianças me odeiam e AAAAAAAAH"

As professoras tentando tranquilizar vieram com um papo de "elas vão rir, mas é de boa". NUNCA.

- Bunda colada na cadeira com super-bond.

Em fila, todas entraram e sentaram. A professora amaciou.

"Vocês lembram de quando a gente tava falando sobre a floresta amazônica?"

"SIIIIIIIM!"

"Então, hoje nossos amigos Camila, Artur e Roberta vieram conversar com vocês sobre a floresta. Eles são de lá!"

"OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOH!"

Ok, depois do "oh" prolongado, meu coração derreteu e eu apertei o foda-se "sijoga e encara a criançada".

- Crianças realmente prestando atenção ou são todas atrizes/atores-mirins da Globo?

E foi lindo. As crianças ficaram muito encantadas, perguntaram um monte e no final já sabiam até falar "tudo bem".

- Oun...

Daí que eu me empolguei, achei que crianças já me adoravam e fui puxar papo com um menininho:

"E ai, gostou?"

"Sim"

"Um dia você pode ir lá né, ia ser legal!"

"É, mas aí eu teria que aprender a falar português"

"Mas você aprende, é fácil"

"Não, já estou aprendendo chinês"

Essa sou eu levando um corte de um menino de 6 anos.

sábado, 29 de maio de 2010

Copa do mundo em Lex... quedizê.

Tem noção de que eu vou passar a copa na porra da América do Norte!?!?!?! Como faz meldels...

HA-HA-HA

A quem eu quero enganar? Eu sou a pessoa que mais caga pra futebol na face dessa terra. Mas confesso que vai ser meio triste. Pra mim copa significa apenas uma coisa:

- SSurraaaaaaisco!

Arram, o bom e vellho churrasco. Who cares quem tá jogando! Eu quero saber quando que a farofa tá pronta, se a carne vai render e se ainda tem vinagrete.

Melhor que o churrasco, é churrasco na casaduzoutru. Você chega lá toda fina, finge que assiste o jogo, grita quando todo mundo grita, xinga quando todo mundo xinga, mas não sai de perto da churrasqueira.

Daí que eu vou tá aqui em Lexington, quedizê, fim do mundo né? O que esperar de um lugar onde os turistas fazem tour pela a cidade numa charrete (believe me, ainda faço um post especial sobre a cidade)?!? Nunca que vou achar uma churrascada cheia de caboco suado e com Zeca Pagodinho como sonzão de fundo.

Mas se bem que falar sobre futebol aqui (pelo menos pra mim) é divertido. Meu maior prazer é decepcionar os gringos.

"Soooo, what about the brazilian soccer?"

"I hate soccer"

"Hahaha, no you dooooooooon´t! You're brazilian, you CAN'T hate soccer"

"But I hate"

FOTOMONTAGY


HAHAHAHAHA, simples.

Mas falando serio, de coração, acho bonito quem curte futebola e fica todo ouriçado com a copa. Tipo meu irmão que acorda as 3 da manhã só pra assistir o jogo do Camarões contra Gana (oi, existe né?). Acho bonito, mas não pra mim.

Outra coisa massa da copa (tirando o SSuuuurraisco) é enfeitar rua. Beeeesho, como eu amava me juntar com a comunidadche da Frogland (a.k.a Sapolandia) pra pintar a rua e pendurar aqueles plásticos verdes/amarelos de poste em poste na minha rua. Agora nem tchun... Good times na Frogland. Onde eu moro (aqui e no Brasil) se você escrever Brasil com giz na rua, pessoas te olham com cara feia até você se sentir idiota, apagar e pedir desculpas.

Pois beeeem, vamos ao que interessa! Nossos planos de copa são:

- Em todos os jogos do Brasil vamos a Beta vai cozinhar comida brasileira (a.k.a arroz, feijão e brigadeiro. TUDO NO MESMO PRATO, pra dar sustância);

- Monopolizar a televisão do centro de convivência da faculdade (pense num telão MA-CE-TA, totalmente fino) e conscientizar todos os nossos amigos de que eles só podem assistir lá se torcerem pro Brasil;

- Fazer muito barulho, MAIS MUITO BARULHO. A mãe de um dos brasileiros provindenciou aquelas cornetas/apitos/coisas barulhentas... Você sai da caboquice, mas a caboquice não sai de você. Queremos nem saber...

- Jogar Beer World Cup. Toda vez que o Galvão falar "Brasil"/ Toda vez que a torcida falar "Uuuuuuuuuuuuuh"/ Toda vez que o Galvão falar "bem amigos da Reeeede Gloooobo ";

Por mais que eu não me simpatize com o esporte, vai ser estranho ficar longe do Brasil. Vou sentir falta de juntar a galera, de fingir que entendo as regras, de no final de cada jogo já saber que o "próximo jogo vai ser na casa do fulano e você leva o refri".

Mas vamos ver, vamos ver...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

NY – O que a cidade tem de linda, o povo tem de mal-educado

Peeeeeeeeeeeeeeeeeeense num povo mal-educado.

Agora multiplique por 3. Já?

Ok, você acabou de definir o povo nova iorquino. Nos primeiros dias a gente aguenta aquela grosseria, aqueles esbarrões sem pedir desculpa, aqueles vendedores grossos... Mas nos últimos dias eu já tava era pegando abuso. Não queria mais entrar nas lojas de tanta raiva que me dava, na boa.

Infelizmente isso acontece porque o povo não tem “tempo a perder” e acha que tirar um segundo pra ser educado com os outros, é muito. Sei não se eu conseguiria aguentar aquilo por mais tempo.

Mas fazer o que né, acho que com o tempo o povo acostuma.

Bom, os posts de NY terminam aqui. Tô de TPM stressada hoje e JÁ DEU.

Agora esperem posts sobre o verãããão em Lexington. O lugar onde ninguém morre, ninguém rouba, ninguém adoece...

- ALOKA!

domingo, 23 de maio de 2010

NY - Os rolé!

Ca-laaaro que uma semana não foi o suficiente pra dar todos os rolés que a gente queria. Quer dizer, até foi, mas foi tudo naquele esquema: “olha que legal/tira foto/tchau”.

Fomos nos basicões (Estátua da Liberdade, Brooklyn Bridge, Rockefeller, Times Square...) e apesar de ser coisa meio “de turista”, a gente não tava nem vendo, sijoguemos com nossas câmeras no pescoço e fotografamos TUDO:

Estátua da Liberdade

ÉÉÉÉ... ainda bem que me custou 12 dólares. Não vou desmerecer a bichinha, mas confesso que foi um dos lugares mais miados. Além do frio que tava fazendo, você chega lá, vai subindo as escadinhas, aprende um pouquinho sobre a estátua, sobe mais escadinha e só. Acho que o vento frio não contribuiu, sei la, pelo menos aprendi como fazer cara de estátua de liberdade.

- Oi?

-Só no carão, só só só no carão

Outra coisa massa que rolou nesse dia, foi que depois do rolé da estátua fomos andando até uma praça e lá tava tendo uma apresentação de uns negões dançarinos. Como eu me amarro na negritude e principalmente quando eles dançam, fiquei lá de mutuca.

- Os mano, POW!


-As minha, PA! (briiinks, tudo masheees!)

Brooklyn brigde

Assim como a estátua, é uma parada meio “tá, e agora?”.

- Nhoun, nhoun, nhoun...

O frio também castigou, tava um vento muito doido, cansei de comer cabelo.

- Vento chato. Minha cara fake. Beto com dor. Thiago se achando. Artur perdido.

Mas a vista era massa. O que mais chamou atenção desse rolé foi o que aconteceu depois. A gente andou, andou e terminou numa pracinha lá. Daí que eu vi esse sujeito num banco e me encuquei.

- Is anyone wearing blue hats?

Que diabos esse titio tá procurando alguém com um chapéu azul? Daí passou um tempo, outras pessoas tiveram a mesma dúvida e se aglomeraram em volta dele.

Eu colei lá pra tentar entender, mas não consegui. Fiquei sem paciência e fui embora, sei lá, ele era cego e talvez fizesse aquilo pra conseguir um trocado... BUT! Ao chegar no albergue, fomos rever as fotos e WTF! Achamos essas fotos aqui:

- No fundo o bonitão mexendo no seu belíssimo Ipod.

- Olhando o movimento.

Máquebelofeladapota, isso sim. Sério, fiquei com medinho.

Madame Tussou

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, sério, não sei se foi o melhor, mas que foi MUITO DIVERTIDO, disso ninguém teve dúvidas. Foi meio carinho (acho que uns 40 pilas), mas na boa, nunca me diverti tanto por causa de um boneco de cera. É muito engraçado. Uns são extremamente toscos e outros perfeitos. Quero Madame Tussou todos os dias!!

- PHYNA! O Belo ali atrás querendo me derrubar!

- Ok, simata.

Rockefeller

- Ma-ma-ma...

Olhaaaan, esse rolé também foi massa. O tempo contribuiu bastante, a gente conseguiu tirar muitas fotos e pirar com a paisagem. Além de ser o mesmo prédio do BBC.

- Hihihi

MORRI 50 VEZES!!

Pena que EU não tinha mais dinheiro para fazer o passeio pela emissora. Mas tirei fotos cabocas para comprovar que eu estive lá, tarãn.

- AI JEESOOS!

Nesse mesmo dia nós também achamos a Magnolia Backery, um lugar bem famoso pelos seus incriveis cupcakes. Engordei feliz da vida!

- Engordar é uma arte, um ofício...

WTC (o que sobrou)

Então, não vou dizer que foi legal, mas foi meio estranho. A gente chegou lá e tinha um monte de coisa sendo contruída. Deveríamos ter ido a noite...

- Eeeer...

Wall Street

Sobre a Wall Street, huuuum... Interessante? Sei lá, tava frio demaaais!

-Hmm, tá.

- Rua da Parede, TUDUNTZZ!

Central Park e Museu da História Natural

Li-li-lindo, quero um Central Park no quintal da minha casa, JÁ!

- Sutileza...

Super lembrei de Friends (e o Central Perk), muita alegria.

Sobre o museu de história, meio difícil dizer. O Beto amor passou o rolé todo falando “não dá pra conhecer isso em uma manhã cara, preciso de uma semana”, e é bem isso mesmo. O lugar é incrivel, incrivel, incrivel, só que imeeeeeeeeenso!

- Isso ainda era no estação de metro. Nível de caboquice aumentando...

- ALERTA CABOQUICE!

Ficamos meio angustiados de fazer tudo correndo. Mas algo que todos nós percebemos e achamos massa, foi como a galera vai lá pra estudar. Tinham vários grupos de criancinhas com questionários, papéis para desenhar. Achei incrível! Lembrei de mim quando ia nas (raras) excursões no meu colégio, ficava lá paradona, com cara de “hum, tá, e agora?” LATO SENSU, REFLITA!

- OLHA! Duas baleias.

Times Square

Nosso lugar favorito para todo sempre. Times Square, amor eterno, amor verdadeiro.

- Uma semana antes da bomba. IHUUUL!

Acho que nós fomos lá todas as noites. O mais engraçado é que sempre a gente fazia a mesma cara de leso e ficava “caraaaaaaaaaaca, dooooido, que iiiiiiisso”. Até que no penúltimo dia nossa pavulagem falou mais alto e arranjamos um jeito de aparecer em um dos telões, RÁ.

- Mensagens subliminares!

- 15 segundos de caboquice na Times Square. Achei digno.

Caboquice pouca é bobagem. Mas eu adoro!

NY – BOS

No meio da semana, pegamos um buzão, encaramos 4 horas de viagem e fomos até Boston visitar uma amiga nossa. Sério, eu confesso que não dava nada por aquele lugar, mas agora quero viver em Boston e constituir família. Além da comunidade brasileira fortíssima, as praças, os parques, as pessoas, as ruas, tudo é muito charmoso e acolhedor. Eu e o Beto ficamos bestas.

- Metrooooo...

Sem contar a família da nossa amiga que foi espetacular. Nos trataram tão bem, que às vezes dava até uma pena de sair de lá. Tio Carlos e Tia Irene, nossos pais adotivos por um dia.

- Amo!

E por úúúúúltimo, conhecemos Harvard. Pena que foi a noite e a minha câmera super capengosa ficava estourando os flashes, mas mesmo assim, consegui tirar algumas fotos. Ai gente, muito phyno aquele lugar, dá é raiva.

- Ah se eu pudesse...

- (L)

- TODDY

- Loja de bijouterias. Coisa estranha cabeça. Cara de doida.

Nossa trip pra Boston foi curtissirississima, mas foi muito especial. Definitivamente quero voltar lá um dia.

Ps. Já deveria ter postado esse texto faz é tempo, mas o maldito tempo não deixou...

Ps. Quantas vezes escrevi a palavra "massa" nesse post? Estados Unidos me emburrecendo, vocabulário morrendo... huhuuu

Ps. Maloqueirice bonus pra galere

- Sensualizando no Central Park

- (L) (L)

- !eo

- Simpatia, a gente vê por aqui!

- Alguém chama o segurança!

- Quero morar ai!

- THE END!