





Peeeeeeeeeeeeeeeeeeense num povo mal-educado.
Agora multiplique por 3. Já?
Ok, você acabou de definir o povo nova iorquino. Nos primeiros dias a gente aguenta aquela grosseria, aqueles esbarrões sem pedir desculpa, aqueles vendedores grossos... Mas nos últimos dias eu já tava era pegando abuso. Não queria mais entrar nas lojas de tanta raiva que me dava, na boa.
Infelizmente isso acontece porque o povo não tem “tempo a perder” e acha que tirar um segundo pra ser educado com os outros, é muito. Sei não se eu conseguiria aguentar aquilo por mais tempo.
Mas fazer o que né, acho que com o tempo o povo acostuma.
Bom, os posts de NY terminam aqui. Tô de TPM stressada hoje e JÁ DEU.
Agora esperem posts sobre o verãããão em Lexington. O lugar onde ninguém morre, ninguém rouba, ninguém adoece...
- ALOKA!
Fomos nos basicões (Estátua da Liberdade, Brooklyn Bridge, Rockefeller, Times Square...) e apesar de ser coisa meio “de turista”, a gente não tava nem vendo, sijoguemos com nossas câmeras no pescoço e fotografamos TUDO:
Estátua da Liberdade
ÉÉÉÉ... ainda bem que me custou 12 dólares. Não vou desmerecer a bichinha, mas confesso que foi um dos lugares mais miados. Além do frio que tava fazendo, você chega lá, vai subindo as escadinhas, aprende um pouquinho sobre a estátua, sobe mais escadinha e só. Acho que o vento frio não contribuiu, sei la, pelo menos aprendi como fazer cara de estátua de liberdade.
- Oi?

-Só no carão, só só só no carão
Outra coisa massa que rolou nesse dia, foi que depois do rolé da estátua fomos andando até uma praça e lá tava tendo uma apresentação de uns negões dançarinos. Como eu me amarro na negritude e principalmente quando eles dançam, fiquei lá de mutuca.
- Os mano, POW!
-As minha, PA! (briiinks, tudo masheees!)
Brooklyn brigde
Assim como a estátua, é uma parada meio “tá, e agora?”.
- Nhoun, nhoun, nhoun...
O frio também castigou, tava um vento muito doido, cansei de comer cabelo.
- Vento chato. Minha cara fake. Beto com dor. Thiago se achando. Artur perdido.
Mas a vista era massa. O que mais chamou atenção desse rolé foi o que aconteceu depois. A gente andou, andou e terminou numa pracinha lá. Daí que eu vi esse sujeito num banco e me encuquei.
- Is anyone wearing blue hats?
Que diabos esse titio tá procurando alguém com um chapéu azul? Daí passou um tempo, outras pessoas tiveram a mesma dúvida e se aglomeraram em volta dele.
Eu colei lá pra tentar entender, mas não consegui. Fiquei sem paciência e fui embora, sei lá, ele era cego e talvez fizesse aquilo pra conseguir um trocado... BUT! Ao chegar no albergue, fomos rever as fotos e WTF! Achamos essas fotos aqui:
- No fundo o bonitão mexendo no seu belíssimo Ipod.
- Olhando o movimento.
Máquebelofeladapota, isso sim. Sério, fiquei com medinho.
Madame Tussou
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, sério, não sei se foi o melhor, mas que foi MUITO DIVERTIDO, disso ninguém teve dúvidas. Foi meio carinho (acho que uns 40 pilas), mas na boa, nunca me diverti tanto por causa de um boneco de cera. É muito engraçado. Uns são extremamente toscos e outros perfeitos. Quero Madame Tussou todos os dias!!
- PHYNA! O Belo ali atrás querendo me derrubar!
- Ok, simata.
Rockefeller
- Ma-ma-ma...
Olhaaaan, esse rolé também foi massa. O tempo contribuiu bastante, a gente conseguiu tirar muitas fotos e pirar com a paisagem. Além de ser o mesmo prédio do BBC.
- Hihihi
MORRI 50 VEZES!!
Pena que EU não tinha mais dinheiro para fazer o passeio pela emissora. Mas tirei fotos cabocas para comprovar que eu estive lá, tarãn.
- AI JEESOOS!
Nesse mesmo dia nós também achamos a Magnolia Backery, um lugar bem famoso pelos seus incriveis cupcakes. Engordei feliz da vida!
- Engordar é uma arte, um ofício...
WTC (o que sobrou)
Então, não vou dizer que foi legal, mas foi meio estranho. A gente chegou lá e tinha um monte de coisa sendo contruída. Deveríamos ter ido a noite...
- Eeeer...
Wall Street
Sobre a Wall Street, huuuum... Interessante? Sei lá, tava frio demaaais!
-Hmm, tá.
- Rua da Parede, TUDUNTZZ!
Central Park e Museu da História Natural
Li-li-lindo, quero um Central Park no quintal da minha casa, JÁ!
- Sutileza...
Super lembrei de Friends (e o Central Perk), muita alegria.
Sobre o museu de história, meio difícil dizer. O Beto amor passou o rolé todo falando “não dá pra conhecer isso em uma manhã cara, preciso de uma semana”, e é bem isso mesmo. O lugar é incrivel, incrivel, incrivel, só que imeeeeeeeeenso!
- Isso ainda era no estação de metro. Nível de caboquice aumentando...
- ALERTA CABOQUICE!
Ficamos meio angustiados de fazer tudo correndo. Mas algo que todos nós percebemos e achamos massa, foi como a galera vai lá pra estudar. Tinham vários grupos de criancinhas com questionários, papéis para desenhar. Achei incrível! Lembrei de mim quando ia nas (raras) excursões no meu colégio, ficava lá paradona, com cara de “hum, tá, e agora?” LATO SENSU, REFLITA!
- OLHA! Duas baleias.
Times Square
Nosso lugar favorito para todo sempre. Times Square, amor eterno, amor verdadeiro.
- Uma semana antes da bomba. IHUUUL!
Acho que nós fomos lá todas as noites. O mais engraçado é que sempre a gente fazia a mesma cara de leso e ficava “caraaaaaaaaaaca, dooooido, que iiiiiiisso”. Até que no penúltimo dia nossa pavulagem falou mais alto e arranjamos um jeito de aparecer em um dos telões, RÁ.
- Mensagens subliminares!
- 15 segundos de caboquice na Times Square. Achei digno.
Caboquice pouca é bobagem. Mas eu adoro!
NY – BOS
No meio da semana, pegamos um buzão, encaramos 4 horas de viagem e fomos até Boston visitar uma amiga nossa. Sério, eu confesso que não dava nada por aquele lugar, mas agora quero viver em Boston e constituir família. Além da comunidade brasileira fortíssima, as praças, os parques, as pessoas, as ruas, tudo é muito charmoso e acolhedor. Eu e o Beto ficamos bestas.
- Metrooooo...
Sem contar a família da nossa amiga que foi espetacular. Nos trataram tão bem, que às vezes dava até uma pena de sair de lá. Tio Carlos e Tia Irene, nossos pais adotivos por um dia.

- Amo!
E por úúúúúltimo, conhecemos Harvard. Pena que foi a noite e a minha câmera super capengosa ficava estourando os flashes, mas mesmo assim, consegui tirar algumas fotos. Ai gente, muito phyno aquele lugar, dá é raiva.
- Ah se eu pudesse...
- (L)
- TODDY
- Loja de bijouterias. Coisa estranha cabeça. Cara de doida.
Nossa trip pra Boston foi curtissirississima, mas foi muito especial. Definitivamente quero voltar lá um dia.
Ps. Já deveria ter postado esse texto faz é tempo, mas o maldito tempo não deixou...
Ps. Quantas vezes escrevi a palavra "massa" nesse post? Estados Unidos me emburrecendo, vocabulário morrendo... huhuuu
Ps. Maloqueirice bonus pra galere
- Sensualizando no Central Park
- (L) (L)
- !eo
- Simpatia, a gente vê por aqui!
- Alguém chama o segurança!
- Quero morar ai!
- THE END!
Fomos atrás do nosso albergue. MANÉ HOTEL RAPÁ, aqui é albergue, albergue na Coabi!

- Ai mano quetiiinho! Chegue mais na Coaaaabi.
Arranjamos um lugarzinho chamado Jazz on Lenox. 3 cabocos arrastando mala pelos becos new yorkianos. Lá pelas tantas, começamos a perceber que nosso bairro era povoado pela galera do estilo “nigga whaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaat?!” (vide foto).

- NIGGA WHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAT?
Pelo menos o hostel era de boa. Eu pateta e tapada fui logo introduzida ao lifestyle da comunidatchi. Enquanto esperávamos o metro, notei que duas bonitinhas passaram pela catraca fazendo a dança do trenzinho (uma passa o cartão e duas entram grudadas, saca?). Daí eu fiquei prestando atenção na marmota. Não demorou muito, a bonitinha #1 (90 quilos, cabelo de trancinha, peitos imensos a.k.a Precious) olhou pra mim e soltou um singelo:

“WHATA FUCKA ARE YOU LOOKING?”
Amiiiiiiiiigos, recolhi meus paninhos de bunda e fiquei caladinha. Nem queria morrer no trilho do metro.
O ponto alto do dia/noite na verdade foram dois:
1) - Nossas caras de bestas na Times Square
2) - Pagar 10 dolares (dér dola, manos!) pra entrar na Pacha!!! Aeaeaeaeaea.
U Uma dica pra quem tá planejando viajar pra cá, tá com pouco grana e quer ir pra algum lugar que preste. Entra no site da Pacha e fuça as baladas, aquela que tiver dizendo pra colocar o nome na lista, COLOQUE. Foi assim que a gente conseguiu, hihi.
- PS. Nao sei o que aconteceu, mas uma parte do texto ta cortada, mas as palavras são: pagar, nossas e uma.
(Primeira vez que viajo de trem tá. Trem com titios e titias que vestem uniformes e chapeuzinho quadrado. Muita emoção. Caboquice, ÉNÓI).
CONTINUA TUDO!
- É mudança?
Viajar de trem, apesar de boring, tem lá suas (poucas) partes legais: vistas bem boniiitas, confortáveis cadeiras feitas para você se encostar e babar infinitamente (o que a gente pegou pelo menos era assim), e... SÓ!
- Oti bebê
Depois de 4 horas dentro do trem, desembarcamos em DC. I love DC (dizia minha blusa), o que não deixa de ser verdade e minhas escritas passadas não me deixam mentir. Mas vouticontá, pegamos 3 chás em DC:
1 - chá de espera maldita pelo metro que resolver quebrar logo na nossa vez;
2 - chá de porradaria dentro do metrô porque o mundo inteiro entrou junto com a gente e era impossível respirar lá dentro (adicione malas e mochilas) e;
3 - chá de espera na fila do buzão pra NY.
Mar tudo bem, a pobretada nos fez fortes e confesso para vocês, o melhor de DC não foi o reecontro (de 2 segundos) com o Pau de Sebo gigante, não foi relembrar da outra em vez que viemos, não foi a nossa sagacidade em dar mochilada na galera do metrô, não, nhé.
FOI O PREÇO DO BUZÃO MAAAAANO! Pagamos de DC pra NY = $1.50, UM E CINQUEEENTA PRA VIAJAR!
MAZÉNUNCA que eu achei que fosse pra NY, ainda mais pagando uma passagem que é mais barata que o salgado e o suco ali da esquina. Os buzões dos Stadis Unids tão muito pra frente, todos cagando pro preço do transporte. Os turistas/estudantes desprovidos de dinheiro agradecem. Buzones super fino, com wi-fi, dois andares, confortável, por $ 1.50. Minuto de silêncio, please... Grata.
Foram 4 horas de viagem.
Chegamos na big apple debaixo de chuva e fomos jogados na frente da estação de metro. Pense na cara dos 3 cabocos perdidos na estação de metrô.
Achei dígno.
Após alguns (MUITOS) minutos tentando se encontrar naquela mundão, conseguimos entender pra onde ir. Resumindo a jornada metrozística, demoramos umas 2 horas pra chegar na casa do brother que ia emprestar um canto da casa dele pra gente passar a noite. Falando sobre ele, se chama Joe, um brother todo cheio das artes marciais, daqueles que fica fazendo gestos aleatórios (Jack Chan style) enquanto conversa com você. Foi massa, pelo menos tomamos banho e viramos gente.
- Esse do meio é o Joe. Apesar de ser um tanto estranho, tem um bom coração.