domingo, 13 de fevereiro de 2011
Refri na sacolinha
Deu uma saudade.
Fazia muito isso quando pequena. Assim como várias outras coisas bobas que eu supervalorizava quando criança, o simples ato de trocar um copo por um saquinho já mudava meu humor.
Era diferente.
Parecia que o refrigerante era mais gelado, mais gostoso. E exigia também algumas habilidades: nada de deixar escapulir! O plástico ficava escorregadio, tinha que ter manha! Esperto era quem conseguia colocar o máximo de refri, torcer a pontinha da sacola e beber tudo com canudo.
Fui inventar de procurar imagens no google pra ilustrar esse post, mas só achei coisa tosca, hahaha. Nada que represente meu saudosismo.
Então, encontro vocês na taberna do Português. A gente pede três cocas (de garrafinha!) arranja uma sacola (sem nojinho) e pronto!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Viajandona na Academia - #1
Hoje, quinto dia de maromba, fui fazer aula de bike. Cara, essa é uma das aulas mais desconfortáveis que existem. Sabe Deus o motivo, eu encaro.
A bunda dói naquele banquinho infeliz; a coluna dói, não tem apoio e você fica todo tronxo; as pernas doem. Além da dor, a aula frustra um pouco... Você olha pra frente e vê aquele professor super animado, dando uns gritos, inventando umas histórias de que "o próximo exercício é pra gente subir uma montanha, UHUL", que aparentemente não fica cansando e com sede nunca.
Daí você pensa "MÁ QUE MEEEERDA, eu nãoan aguentoaaaaaaaaaaa mais", sai da bike, suspende ela, joga no vidro da sala, destrói tudo e vai embora.
Camila, viajandona na academia #1.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Se não der em alguma coisa, pelo menos dá em merda
Bom, ainda estou
PELAMORDI!
Sobre o vídeo, 3 comentários:
- Decepção na certa. Sou a mistura de um bonecão do posto com travesti na vida real.
- Quem já não ia com a minha cara arranjou mais um motivo!
- Se não der em alguma coisa, pelo menos dá em merda.
Segura na mão de Deus e clica, lembrando que quem clicou foi VOCÊ e a gente nem tem como devolver os minutos que você desperdiçou. Minha brotheza é mais forte, custa nada avisar!
Pedras?
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Quem tá na fila da malária aêâÊÂeâ
Queria pessoas que tivessem tido malária várias vezes. Com a ajuda de um rapaz chamado "Catita", que é lá do Inpa e trabalha com os pesquisadores, fomos atrás destas histórias. Chegamos ao Ramal do Rufino, área beeeeem rural, lá pras bandas do Puraquequara.
Entenderam? Eu entendi, vi que a minhas crises de sinusite são fichinha perto de 30 malárias! Vamos agradecer por tudo, ponto.
Desculpem-me se esse final ficou muito clichê, mas nem todas as coisas da vida são super descoladas e pra frentex, né?




