quarta-feira, 23 de julho de 2008

VE-E-JA!



- Ok! Ok! Lista fuede "reputação" de candidato a prefeito em Manaus, VE-E-EJA!

Apesar do meu eventual descaso com os acontecimentos políticos (mas que bonito Camila, ano de eleição, yeah), não poderia deixar passar esta "novidade" que chegou a todos nós manauaras através da bela lista divulgada pelo site da Associação do Magistrados Brasileiros (AMB). Pois bem, pra quem ainda está voando com o início do post e nunca ouviu falar dessa tal lista é essa da AMB, vou explicar de forma simples: essa listinha é das pessoas que estão concorrendo a algum cargo político nessas eleições, mas que possuem "ficha suja" na praça, ou seja, "que respondem a processo na Justiça de por ação penal, de improbidade administrativa ou eleitoral."(G1)

Mas o que Manaus tem a ver com essa lista? Aaaaaaaaaaah o que, hã, o que? Só que o nosso ilustre Amazonino Armando Mendes, candidato ao cargo de prefeito, está lá.

SÉRIO?! No-me-diga!

Amazonino Armando Mendes - Prefeito, PTB, Manaus/AM.

Processos -> AÇÃO PENAL Nº 2007.32.00.007742-0, 2ª VARA DA JUSTIÇA FEDERAL DE MANAUS, CRIMES DA LEI DE LICITAÇÕES /CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL/CRIMES CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA.

MA-OÊ! Juro que quando li a noitícia e vi o nome do Negão na lista eu ri muito, afinal, quem não sabia disso, não é mesmo?!


-Juro nunca roubardes, mentirdes ou desrespeitardes minha Manaós querida, repleta de cidadãos burros que, por todos esses anos, nunca viram que os fiz de gato e sapato.

Enfim, cheguei ao meu limite de política por hoje.

Ps 1: caso alguém queira ver a lista, aqui tá o link: http://www.amb.com.br/portal/ambdebate/todos_can.asp

Ps 2: sabe o que o Gilmar Mendes, presidente do STF, acha disso?

"Não me animo a ficar fazendo esse tipo de listas porque tenho medo de cometer graves injustiças. Uma injustiça que se cometa será suficiente para questionar esse tipo de procedimento" (G1)

Ps 3: Só pra lembrar que foi o Gilmarzão que soltou o Dantas.


APAPUTAQUIPARIL!

sábado, 19 de julho de 2008

Tá, eu confesso...

(Não é estranho colocar num título de um post algo que parece que alguém estava me suplicando pra falar? Eu hein, esses negócios de blog sobem a cabeça)

... sou um lixo na arte de escrever coisas sentimentais e isso me deixa triste.

Sério, deixa mesmo. Não a ponto de manter-me constantemente num estado de tristeza – ai seria muita viadisse – mas sei lá, às vezes leio sem compromisso algum poema ou textinho sentimental e, segundos depois daqueles suspirinhos que todas nós mujeres damos nessas situações, me vem uma raivinha do tipo “onde está esse bloqueio”.

Acho que ligo o sentimentalismo à bobisse. Sabe, se eu escrevo algo assim meio sei lá já me vem o meu lado Camila-zero-viadisse e me dá um tapa na nuca acompanhado de um “queporraéessa¿?”. Ai o meu lado esforçado, porém medíocre, de Camila-tenta-escrever-coisas-sentimentais responde “ah, sei lá, sou eu tentando ser algo menos parecido com um cubo de gelo”.

Os poemas são os piores. Dia desses fiz um sobre a cachorra de estimação aqui do meu trampo. Obviamente que ele não possuia nenhum fundo amoroso/sentimental, mas ficou tão ruim e BOBO que se alguém o encontrasse jogado na rua o entregaria pra primeira criancinha que visse e falaria um “oi neném, cê deixou seu poeminha cair”. Muito juvenil. Se fosse o Camões que tivesse feito um poema sobre a cachorra do trampo dele, com certeza viraria uma obra excelente, enfim, forcei.

Pois bem, para coroar esta sopa de fatos e evidências que fazem de mim um ser quase-cubo-de-gelo, vou postar aqui o poema/poesia (juro que dormi nessa aula de literatura e não sei a diferença) da minha linda amiga Babi, um poço de sentimentalismo manaura com uma pitada de futebol e muitas histórias pra contar nos intervalos do trabalho. IHUU!

Perfil


Eu amo porque tenho sede. Amo a luz da aurora que invade a janela quebrada do meu quarto e o lençol que aquece a pele toda noite.

Gosto de caminhar olhando o rio de cor de Coca-Cola e, de preferência, dar uma pausa no sorvete de cupuaçu.
A Monalisa estampada na parede desafia minhas noites solitárias, confunde em seu olhar enigmático.

E o violão abandonado nem lembra dos últimos acordes dedicados.

Só a lembrança é que guarda os versos destacados, de Djavan a Santos.

Eu curto futebol. Já fui sozinha ao Maracanã lotado e vi o Romário perder mil vezes o milésimo gol.

Tenho uma paixão, em verde e brando, outra de Corcovado.

Amores a mil, de pão de açucar a futuros ensolarados.

Tenho sonhos, encantos, delírios. Escrevo sem pensar em métricas, sem rimar.

Equilibro-me no meio-fio.Falta roteiro. E não faz falta. É que eu mergulho pra degustar.

Sem trilha sonora, sem diálogo premeditado, sem notas, sem tom definido.

Sou o vulcão, a nuvem passageira, a brisa faceira. Eu posso tudo, vou ao profundo, eu quero o mundo.

PS: Se alguém se interessar pelos devaneios sentimentais da Babi, ta aqui o blog dela: http://www.coisasdebabii.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Feira-funk

Às vezes fico me questionando se ainda há uma esperança de existir um limite para o exibicionismo neste mundo?

Ok, comecei o post com um questionamento pseudo-sério só para amortecer a queda da tosqueira que está por vir nas próximas linhas. Desculpem-me, mas será algo pesado, terá nome de fruta e bundudo. Pois bem, quem ai já não ouviu falar nesta nova palhaçada do funk carioca que é a de lançar uma mulher com alguma parte do corpo avantajado, compará-la a uma fruta da feira e BAM transformá-la em uma “celebridade instantânea”!?




Tudo bem que isso não é algo recente, afinal, temos a Rita Kadillac e a dona Gretchen pra provar que desde que os nossos pais eram mocinhos e mocinhas, a mulherada já arranjava um jeito de fazer sucesso expondo suas “partes”.

Mas naquela época, tudo era “um pouco” menos pior. A Gretchen rebolava pacas, mas era algo que hoje em dia não ofenderia muita gente; a Ritona fazia todo aquele teatro de empinar a bunda e tocar os pés, maaaas tudo bem, isso nos dias de hoje é sopa. Porém, a nova leva de “ritas” e “gretchens” é extremamente hardcore. Sabe aquela preocupação de se fazer de boa moça? Foi-se. Aquela balela de que não quer ganhar dinheiro as custas do corpo? Foi-se.




Enquanto a Rita Kadillac achava que tava apavorando deixando a macharada dar um selinho de leve em sua buzanfa, a Mulher Melancia deixa os “homi” comerem pizza em suas coxas em uma matéria do Pânico, feita pelo Christian pior. Enquanto a Gretchen achava que “Conga La Conga” era o ápice da maldozisse rebolativa, a Mulher Jaca faz um 360° com a bunda.

Eu fico pensando qual será o critério avaliativo desses mestres da criatividade pra chegar a denominar uma potranca com o nome de fruta. Tá, a Mulher Melancia faz jus ao apelido, peloamor, mais de um metro de bunda já pode ser considerado como fruta de grande porte. Mas sei lá, e a Jaca? Melão? Melão nem é uma fruta robusta. E A MORANGUINHO? Como que um ser se compara a uma fruta de formato bastante indefinido que ainda possui trilhares de pontinhos pretos do lado de fora?







Enfim, é o poder da evolução! Há 30 anos, hardcore era ver as chacretes fazerem meia dúzia de passos porcamente ensaiados; hoje, doido é ver um “seleto” grupo de “mulheres direitas” aparecerem na televisão só porque alguém teve a maldita idéia de compará-las a um alimento.

Faz favor. Tenho medo, como será daqui a 30 anos?

Fotos: G1

ps: eu sempre faço uns comentários metido a engraçadinhos nas fotos, mas dessa vez não deu...

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Se é a voz de Deus, eu aceito.


Post em tópicos porque a Mazé faz e eu posso fazer também, hihi, (Ou não? Ah tá, foi mal...).

* A pedidO (sim, só uma pessoa pediu, mas como o Saca já tem zero leitores, é bom agradar o único) mudei o layout, agora veja ai meu caro leitor se dá pra ler supimpamente.

* Saldo do dia dos namorados = 100% de economia na minha conta.

* A Amazônia tá a venda, quem quiser negociá-la em troca de um baixo é só me chamar!

* Mês de Junho é, de longe, o mês mais divertido do universo. O que seria de nós sem as festas juninas minha gente? Sem as cirandas, bolos podres e tapioquinhas doces na folha de bananeira? VIVA A CÁRIE PÓS-MAÇÃ DO AMOR! VIVA O BUCHO PÓS-CARURU.

* Ontem estava pensando: porque que requeijão de tão sem graça é gostoso... como pode?

* Toda vez que eu vejo alguma notícia relacionada a CSS (a nova CPMF) eu só consigo lembrar da Lovefoxxx fazendo a louca no palco, droga, maldito bloqueio político.

* Alguém ai diz que eu eu quero a minha pizza metade calabresa metade portuguesa quando a galera da Operação Vorax for pra Ghiotto resolver a vida do prefeito-herói-coarioca!

* Alguém me empresta 1 real, sério.

Boa noite e boa sorte.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Love isn't in the air...

Nem esperem um post repleto de palavras chorosas. A minha profissionalização na solteirisse fez com que nascesse em mim um bloqueio natural que me proteje de toda aquela depressão que as encalha.. digo, solteiras geralmente sentem durante o Dia dos Namorados.

Namorar é muito bom.

Só o fato de ter alguém pra te fazer fugir do tédio no domingo já elimina qualquer eventual tristeza.

Namorar não é bom.

Dar satisfação, ligar, ligar, olhou pro lado, ciúme, ligar, dar satisfação, jurar que não fi você, dar satisfação, gastos, gastos, dar satisfação, ele gosta mais de mim do que eu dele, eu gosto mais dele do que ele de mim, ligar, gastos.

Namorar é bom.

Uma companhia boa faz qualquer vida mais divertida. Sempre ali pra conversar, ou não.

Namorar não é bom.

Dúvidas, será que ele me traiu, será que ela tá dando bola pra ele, traição.

Enfim, das duas uma: escolha.

Feliz dia dos Namorados para aqueles que não namoram por opção.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Lembrancinhas da minha festa infantil

Falar de lembranças da infância quando se saiu dela há poquíssimo tempo pode parece um tanto estranho aos olhos dos meus leitores mais maduros e bem vividos. Porém, confesso que os meus 18 anos já me fazem sentir que aquela época na qual eu me maquiava que nem uma maria-louca; colocava a meia calça e os sapatos da minha mãe e ia pra rua como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo; que eu passava tardes e mais tardes subindo e descendo de patins a ladeira da minha antiga rua; que eu achava que Estudos Sociais era difícil e que dormir às 10 era algo sensacional, passou assim como um plim e não foi ontem, nem anteontem, foi há muito tempo atrás.

Esse saudosismo clichê me veio hoje à tarde no trabalho.



-Snoopy lover

Fui ao refeitório e lá pedi uma Mocoquinha e um queijo quente. Quando comecei a tomar a Mocoquinha, lembrei de quando eu tinha meus 5 ou 6 anos (ou menos) e fazia balé. Sempre depois da aula eu implorava pra que minha mãe comprasse um brigadeirão e uma Mocoquinha (arram, eu sei, overdose de açúcar, culpem minha mãe) e eu achava aquilo simplesmente o máximo. Eu achava a coisa mais legal do mundo segurar aquele brigadeirão numa mão e a Mocoquinha na outra, comia e tomava aquilo com um sorrisão no rosto. Sabe-se lá o porquê, se era pelo meu eterno espírito de gorda ou pela sensação de ser presenteada pela minha mãe, ou talvez pelas duas coisas.

Ai ai viu... hoje se eu faço uma marmota dessa saio do posto de solteira para o de encalhada em dois tempos, tudo isso por causa do saliente bucho que provavelmente iria surgir em meu ser.

Mas voltando... Sabe o que foi melhor? Lembrei de tudo isso durante um pequeno lanchinho, inalando o cheiro de fritura que já é inerente ao refeitório e sentido um frio desgraçado. Por essas e outras que eu acho que viajar sempre salva. MARAVILHA!

domingo, 8 de junho de 2008

Leitor-fantasma...

... você já percebeu que sempre quando estamos num lugar cheio de gente as pessoas sempre acham que a passagem é o lugar onde você está?

Ou seria não você que está na passagem?

Mas isso acontece demais. Sempre que você tá lá na baladinha, vê aquele vazio no meio da multidão e pensa: "ô sorte, vou me ancorar aqui", incrivelmente, segundos depois todas as pessoas da balada resolvem passar por ali, esbarrando em você e te olhando como se você fosse o causador daquele tumulto.

E quando, de fato, existe um lugar que é mundialmente conhecido como local de passagem (corredor) e duas ou mais pessoas resolvem parar ali e conversar sobre lá Deus o quê?! Cruel.

É, essa vida noturna me traz questionamentos assaz relevantes.

É tudo muito complexo.